sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Relatório da semana: Shutting the spigot on private water: the case for the World Bank to divest

Shutting the spigot on private water corporate accountability international
"Shutting the Spigot on Private Water" is a landmark report that documents how the World Bank is driving global water privatization at a chilling human cost. With original financial analysis and powerful   case studies, it demonstrates how the World Bank must divest from private water projects to align its actions with its stated mission of alleviating poverty and supporting sustainable development.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

800 Scientists Demand Global GMO “Experiment” - signers grow every year


Did you hear about the 800 esteemed scientists who came together and demanded the production of genetically modified crops and products be stopped? Scientists who called on world powers to re-evaluate the future of agriculture and seek sustainability rather than corporate profits? Don’t be surprised if you haven’t, as the mainstream media won’t touch this one.


Eight-hundred scientists did make such a demand. They made it first over a decade ago and they have updated it over the years, adding signatures and release dates. Still global powers have all but ignored their calls.
The Institute of Science in Society is a non-profit group of scientists from around the world, dedicated to bringing an end to what they refer to as the “dangerous GMO “experiment. In their open letter to the world, they have highlighted why governments need to stop genetically modified crops now – before there are irreversible effects on the health of the people and the health of the earth at large.
The Open Letter from World Scientists to All Governments calls for “the immediate suspension of all environmental releases of GM crops and products, both commercially and in open field trials, for at least 5 years.”
They also want patents on organisms, cell lines, and living things revoked and banned. Such patents (a sort of corporate version of “playing God,”) “threaten food security, sanction biopiracy of indigenous knowledge and genetic resources, violate basic human rights and dignity, compromise healthcare, impede medical and scientific research and are against the welfare of animals.”This would be bad news for Monsanto following the recent Supreme Court decision that they have the ‘right’ to patent life.
Scientists Speaking Out
In the beginning, after its first draft in 1999, the letter had just over 300 signatures. Since then, it’s grown significantly. At the writing of this article, the document has 828 signatures representing 84 different countries.While we are told by Monsanto and the FDA that GMOs are nothing to worry about and instead safe tools for the future of agriculture, a growing number of esteemed scientists seem to disagree. So, who’s listening?
The letter has been presented to numerous governments and organizations, including the U.N. Commission on Sustainable Development, the U.N. Convention on Biological Diversity, the World Trade Organization, and yes, even the U.S. Congress. The letter has been shared at these venues, but it doesn’t seem like anyone was listening.
The populous has to dig for information like this. We have to seek out the news sources willing to cover it, because we won’t hear about this letter on the nightly news or through a governmental agency. No, the U.S. government wants you to fear what they want you to fear (“terror” and crime, for instance), but they certainly don’t want you to fear the information and the food they are putting on your table. Or the GMOs they are funding with your taxpayer dime.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Curta-metragem- Capital de Portugal, Lisboa, tem vida selvagem!


Um recorte turismo ecológico invulgar e surpreendente da nossa capital, com vida selvagem! (obrigado Rosa Silvestre)
Uma curta metragem documental sobre a biodiversidade da cidade de Lisboa e o trabalho que o LxCras tem vindo a desenvolver enquanto centro de recuperação de animais selvagens.

A short documentary about Lisbon's biodiversity and the work that LxCRAS has been developing as a wildlife recovery center.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Quanto ganharam os bancos com os swaps?

Os swaps têm-se revelado um óptimo negócio para os bancos. São mesmo as únicas instituições que têm lucrado com o descalabro das empresas públicas, com a falta de regulação e com a incompetência dos gestores públicos e dos sucessivos Governos. Frederico Pinheiro, 14 de Setembro


Neste momento, já é possível apurar os lucros conseguidos por alguns bancos com esta artimanha financeira. Sem gastarem um cêntimo, os grandes bancos internacionais lucram, em média, 15 milhões de euros por cada swap vendido a uma empresa pública portuguesa. Investimento mais rentável do que este não existe: não gastam nada e em troca recebem 15 milhões de euros, com a garantia de que o Governo não irá levar os casos a tribunal. Sem custos, sem risco, sem problemas.
No entanto, os lucros não se ficarão por aqui. Há muitos contratos swap ainda por negociar – ver neste dossier o artigo “Os swaps desaparecidos” – e o Santander ainda não aceitou a recompensa oferecida pelo Governo para fechar os seus contratos.

Ler mais no Dossier

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

DIY, shipping container home

Some clever people are using old shipping containers to build their houses and saving tons of money. Here are a few of the radical thinkers


Vejam vários exemplos e videos de casas baratas e simpáticas e sustentáveis (custos finais cerca de 40.000 Euros)

domingo, 24 de novembro de 2013

Encontros Improváveis: António Gedeão e Sleep Party People- The City Light Died

"É necessário amar, qualquer coisa, ou alguém; amar por claridade, sem dever a cumprir; uma oportunidade para olhar e sorrir."~ António Gedeão


Sleep Party People- The City Light Died

Tenho feito alguns contactos com a terceira idade e acredito que é fundamental CRIAR e PROPICIAR espaços e  mais projectos como a dos AVÓS SOCIAIS que possam proporcionar a transmissão de estórias, fábulas e afectos aos mais novos.



A linha "biológica" é muito forte e por "ignorância" os séniores isolam-se e a sociedade tende a subjugar o primado biológico em vez de procurar a abertura e mais disponibilidade de fazer os idosos ainda muito importantes...sena deixamos morrer em nós a INFÂNCIA...

sábado, 23 de novembro de 2013

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Infográfico- Apenas 0,1001 % da população mundial possui os 58% da riqueza mundial

Durante el año que agoniza este mes, el TransNational Institute (TNI) ha elaborado y difundido cuatro infografías que resumen el aberrante poder económico que posee la llamadaclase Davos , la élite que se reúne cada año durante la última semana de enero en esa estación de esquí suiza para coordinar los criterios económicos y financieros que imponen las grandes fortunas y corporaciones. De las cuatro infografías del TNI, difundidas bajo el epígrafe ” Estado del poder corporativo 2012 “, hay una singularmente didáctica: “ El 0, 001% mundial ” (reproducida al pie del post ), si a ese porcentaje de los inmensamente ricos sumamos el 0, 1% de los ricos, resulta que el 0, 1001 de la población mundial posee el 58, 1% del PIB global. Esa ínfima minoría de humanos es la que impone las reglas del juego económico y la que controla el sistema financiero . 

Los trabajos que integran la serie del TNI son: “ Planeta Tierra: Un mundo corporativo “, “ El 0, 001% mundial “, “ Los hombres más ricos del mundo “, “ Arquitectos neoliberales “. En mi opinión, conviene conocer el contenido de esas cuatro infografías para empezar a despedir el 2012 como se merece y, de paso, preparar el cuerpo ante la que se avecina en el 2013, pues la élite que protagoniza las cuatro infografías del TNI es la que decide lo fundamental, también en la denominada crisis de la deuda, incluidas las de la banca y del Reino de España; pues la Troika (Comisión Europea, BCE y FMI) sólo es el farmacéutico que aplica la posología que han establecido los médicos de Davos . ¿Y los gobiernos? La mayoría, empezando por los de la UE, son estudiantes de Medicina más o menos aplicados.


quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Répteis e anfíbios, os mal amados do reino animal

Os anfíbios e os répteis são animais maravilhosos e com comportamentos muito interessantes. No entanto, o Homem aprendeu a odiá-los de tal forma que os persegue, chegando até a matar.

 
Fig.1 [© Armando Caldas, todos os direitos reservados] – Víbora-cornuda (Vipera latastei).

Os anfíbios e os répteis foram os primeiros animais a colonizar o meio terrestre e deles descendem todos os outros grupos de tetrápodes. Os anfíbios foram os primeiros a surgir, derivando de um grupo de peixes do Devónico Médio (há cerca de 400 milhões de anos). No fim do Carbonífero, há 300 milhões de anos, apareceram os répteis originados a partir dos anfíbios.
Estes animais já há muito que são associados a mitos e crenças religiosas que têm, na maior parte dos casos, destruído a sua reputação. As serpentes, por exemplo, em algumas religiões eram considerados animais sagrados (simbolizavam a sabedoria e a saúde), mas noutras representam o demónio, como no caso do Cristianismo e do Judaísmo.
Não há dúvida que estas crenças moldaram ao longo do tempo a opinião pública, mesmo em pessoas não religiosas. Incrivelmente, em pleno século XXI, ainda se testemunham atitudes que remontam a Idade Média, altura em que o conhecimento que separa a realidade do fictício era praticamente inexistente.

 
Fig.2 [© Daniel Santos, todos os direitos reservados] – Salamandra- de-fogo (Salamandra salamandra).

É um facto que o Homem apresenta uma aversão ancestral pelos répteis e anfíbios, que o leva muitas vezes, a perseguir e matar. As serpentes são os animais mais afectados, bem como todas as espécies com aparência semelhante, como os licranços e cobras-de-pernas. É importante referir que estes últimos são lagartos e não serpentes e ao contrário do que muita gente pensa não são animais venenosos. Em locais, como nas serras do Gerês e Montemuro, é comum capturarem-se víboras para a produção de medicamentos tradicionais e amuletos. Outro dos preconceitos acerca das serpentes é que bebem o leite das mães, sejam humanas, ovelhas ou cabras.
Ainda há quem acredite que os sardões (Lacerta lepida) sobem pelas pernas das mulheres quando estão menstruadas e que as osgas cospem nos olhos das pessoas, mas escusado será dizer que nada disto corresponde à realidade.
Segundo a mitologia grega as salamandras-de-fogo (Salamandra salamandra) são resistentes às chamas e que nascem a partir destas (daí o seu nome), esta crença ainda é mantida na actualidade. A observação da saída de salamandras de fogueiras criou tal ideia, mas na realidade o que acontece é que estes animais muitas vezes abrigam-se ou hibernam no meio da lenha e escapam quando a temperatura começa a aumentar. Outros animais são usados em bruxaria, como é o caso dos sapos em que as suas bocas são costuradas (pode ler um feitiço utilizando sapos aqui).

 
Fig.3 [© Daniel Santos, todos os direitos reservados] – Sapo-comum (Bufo bufo).

Muitas vezes os anfíbios e os répteis são mortos, não só devido à ignorância das pessoas, mas também ao medo. As serpentes nunca são agressivas só porque sim, apenas atacam se forem apertadas, ou se sentirem ameaçadas; a fuga é sempre a primeira opção, nunca atacam porque apenas querem fazer-nos mal! (penso que o contrario é mais plausível).
Todos estes preconceitos e ideias erradas constituem uma ameaça importante para as populações de répteis e anfíbios e esquecemo-nos que a maior parte destas espécies são importantes no controlo de roedores, insectos e outros animais que podem ser nefastos para as culturas agrícolas e/ou para a saúde pública. Por isso, é o nosso dever desmistificar estes animais e apelar pela sua conservação.

Bibliografia
Luís Bravo
Zoo centro pedagogico
Alma mistica
Almeida. N. e outros (2001). Anfíbios e Répteis de Portugal. Fapas

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Titan Arum- A maior flor do mundo

A maior flor do mundo, conhecida como flor-cadáver, começou a florescer no Jardim Botânico Nacional da Bélgica, um facto que raramente ocorre e de forma inesperada pela terceira vez em cinco anos, nos arredores de Bruxelas. 
A Titan Arum cujo nome científico é Amorphophallus tintanum, que significa "pénis gigante deformado", a flor começou a abrir suas pétalas no domingo numa das estufas do Jardim de Meise, fora da capital belga. A flor espectacular,cuja floração geralmente ocorre três ou quatro vezes mais de 40 anos, também conhecido como titan arum ou bunga bangkai, tem um cheiro de carne podre que parece atrair insectos polinizadores, entre os quais os escaravelhos, que garantem a su reprodução. As suas folhas já medem 244 centímetros e poderia continuar a crescer até 5 metros. A Titan Arum vem das florestas tropicais de Sumatra, na Indonésia, onde ela está em perigo por causa da desflorestação.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Scientists Reverse Engineer Plants to Make Hydrogen Fuel From Sunlight

Bionic Leaf
In the search for clean, green sustainable energy sources to meet human needs for generations to come, perhaps no technology matches the ultimate potential of artificial photosynthesis. Bionic leaves that could produce energy-dense fuels from nothing more than sunlight, water and atmosphere-warming carbon dioxide, with no byproducts other than oxygen, represent an ideal alternative to fossil fuels but also pose numerous scientific challenges. A major step toward meeting at least one of these challenges has been achieved by researchers with the U.S. Department of Energy (DOE)’s Lawrence Berkeley National Laboratory (Berkeley Lab) working at the Joint Center for Artificial Photosynthesis (JCAP).

“We’ve developed a method by which molecular hydrogen-producing catalysts can be interfaced with a semiconductor that absorbs visible light,” says Gary Moore, a chemist with Berkeley Lab’s Physical Biosciences Division and principal investigator for JCAP. “Our experimental results indicate that the catalyst and the light-absorber are interfaced structurally as well as functionally.”

Moore is the corresponding author, along with Junko Yano and Ian Sharp, who also hold joint appointments with Berkeley Lab and JCAP, of a paper describing this research in theJournal of the American Chemical Society (JACS). The article is titled “Photofunctional Construct That Interfaces Molecular Cobalt-Based Catalysts for H2Production to a Visible-Light-Absorbing Semiconductor.” Co-authors are Alexandra Krawicz, Jinhui Yang and Eitan Anzenberg.

Earth receives more energy in one hour’s worth of sunlight than all of humanity uses in an entire year. Through the process of photosynthesis, green plants harness solar energy to split molecules of water into oxygen, hydrogen ions (protons) and free electrons. The oxygen is released as waste and the protons and electrons are used to convert carbon dioxide into the carbohydrate sugars that plants use for energy. Scientists aim to mimic the concept but improve upon the actual process.

JCAP, which has a northern branch in Berkeley and a southern branch on the campus of the California Institute of Technology (Caltech), was established in 2010 by DOE as an Energy Innovation Hub. Operated as a partnership between Caltech and Berkeley Lab, JCAP is the largest research program in the United States dedicated to developing an artificial solar-fuel technology. While artificial photosynthesis can be used to generate electricity, fuels can be a more effective means of storing and transporting energy. The goal is an artificial photosynthesis system that’s at least 10 times more efficient than natural photosynthesis.

To this end, once photoanodes have used solar energy to split water molecules, JCAP scientists need high performance semiconductor photocathodes that can use solar energy to catalyze fuel production. In previous efforts to produce hydrogen fuel, catalysts have been immobilized on non-photoactive substrates. This approach requires the application of an external electrical potential to generate hydrogen. Moore and his colleagues have combined these steps into a single material.

Read more here

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Mapa que mostra as verdadeiras terras descobertas na Era dos Descobrimentos

Num artigo americano demonstra como os portugueses foram o povo que descobriu mais terra no mundo e mais cedo do que todos os outros. Só está incluída terras que não eram habitadas por outros seres humanos. O Brasil, por exemplo, fica excluído, porque já era habitado pelos povos indígenas.[por João Tomé]

domingo, 17 de novembro de 2013

Passarada


Quais, quais, oliveiras, olivais
Pintassilgos, rouxinóis,
Caracóis, bichos móis,
Morcegos, pássaros negros,
Tarambolas, galinholas,
Perdizes e codornizes,
Cartaxos e pardais,
Cucos, milharucos,
Cada vez há mais.

sábado, 16 de novembro de 2013

Encontros Improváveis: Lucy Parsons e Kashiwa Daisuke- "Spring"


Este tema lembra-me e dá-me forças às palavras mais intensas sobre anarquismo que li até hoje: 
“Anarchism has but one infallible, unchangeable motto, 'Freedom.' Freedom to discover any truth, freedom to develop, to live naturally and fully.” - Lucy Parsons

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Encontros Improváveis: Carlos Drummond de Andrade e Júlio Pereira- Castelo do Pastor


Júlio Pereira e Janita Salomé- Castelo do Pastor

“O amor é grande e cabe nesta janela sobre o mar. O mar é grande e cabe na cama e no colchão de amar. O amor é grande e cabe no breve espaço de beijar.” ― Carlos Drummond de Andrade

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

L’urbanisme face à la crise: une possible renaissance?

Le tarissement des finances publiques traduit-il la fin de l’urbanisme ou alorsson renouveau ? La crise économique implique t-elle un bouleversement dans la pratique de l’aménagement urbain ? Et si, finalement, les crises successives – écologique, financière et économique - que nous connaissons actuellement permettaient un changement de paradigme salvateur dans le domaine de l’urbanisme ?
La Défense, quartier monofonctionnel?

© Elodie Geffrotin
Ces interrogations peuvent sembler impertinentes et provocatrices. Pourtant, l’époque où l’argent coulait à flot dans les collectivités territoriales n’a pas permis aux villes de faire société. Ces soixante dernières années, les urbanistes ont couru après la ville et ont, de ce fait, échoué dans leur mission première : faire de l’espace urbain un endroit où il fait bon vivre, un lieu multifonctionnel où l’on peut habiter, travailler, s’amuser, flâner, acheter, étudier et se rencontrer. De ce point de vue là, c’est un échec. L’hexagone a connu plusieurs vagues de périurbanisation, traduisant un mal-être lié à la ville.

LA CONSTRUCTION DE LA NON-VILLE
Depuis 1950, c’est plutôt la non-ville qui s’est développée en France et dans la plupart des pays occidentaux. Les Trente Glorieuses, époque idéalisée par la plupart des économistes, est une période noire pour l’aménagement urbain. L’équipement des ménages (réfrigérateur, congélateur, télévision) associé à la motorisation de ces derniers a permis l’âge d’or de l’urbanisme monofonctionnel, apparu avec la France industrielle et « qui a conduit à découper les villes en zones […] spécialisées : les zones où l’on vit, celles où on consomme, celles où on se distrait ».[1]L’approche fonctionnaliste, érigée en modèle par le congrès international d’architecture moderne (CIAM) d’Athènes en 1933, connut son apogée – dans les faits – entre 1950 et 1980. Les villes centres se dédensifient au profit des zones pavillonnaires, les centres commerciaux évincent petit à petit les commerces traditionnels, les voiries principales deviennent parfois des autoroutes urbaines et les grands pôles universitaires se construisent en périphérie des agglomérations. 
La période 1980-2010 marque une relative prise de conscience des acteurs de l’aménagement et de l’architecture vis à vis de l’urbanisme monofonctionnel. Une partie des décideurs locaux prend conscience de la non durabilité de ce système qui vise à séparer toutes les fonctions de la vie urbaine par zones. L’étalement urbain a un tel coût économique (allongement des distances, nécessité de prolonger les réseaux existants) que l’on commence à envisager de reconstruire la ville sur elle-même. Néanmoins, cette prise de conscience est partielle et l’émiettement du territoire se poursuit. Pire, dans certains pays du sud de l’Europe, comme l’Espagne, les décennies 1990-2010 sont celles des aménagements inutilement fastueux. Les villes de Valence, d’Alicante ou de Benidorm mettent en place des projets pharaoniques qui deviennent peu à peu des gouffres financiers quand le royaume d’Espagne sombre dans la crise financière.
VERS UN CHANGEMENT DE PARADIGME ?
Et si le marasme économique ajouté à la crise écologique constituait un salut pour les politiques urbaines ? La ville a échappé aux mains des urbanistes pendant plus d’un demi-siècle. Le constat est dur mais, pour reprendre l’expression de Jacques Donzelot, « la ville ne fait plus société » aujourd’hui. La succession des crises pourrait pourtant marquer la renaissance de l’urbanisme si demain l’étalement urbain cédait la place à la ville frugale ; si demain les logiques financières marquaient le pas face aux logiques urbaines et sociales ; si demain l’aménagement dispendieux laissait la place à unaménagement sobre mais efficace. L’amenuisement de l’investissement public est un formidable défi pour les urbanistes : comment faire mieux avec de moins en moins d’argent ?
Une rue multifontionnelle à Öbrero (Suède)

Alain Rouiller / Rue de l'Avenir
Plus qu’un changement de paradigme, l’heure est au questionnement sur la pratique de l’urbanisme. Doit-on persévérer dans un urbanisme monofonctionnel, privilégiant le mitage du territoire, l’entre-soi et les grandes opérations urbaines ? Ou doit-on tendre vers un urbanisme favorisant la mixité fonctionnelle, la reconstruction de la ville sur elle-même et le mélange des populations ? Cette seconde tendance, bien que souhaitable, peut paraitre utopique. Certes, ce type d’urbanisme est plus complexe car il demande davantage de temps, d’écoute et d’ouverture. Mais n’est-ce pas le rôle de l’urbaniste, de panser les plaies urbaines et d’être « le généraliste des territoires »[2] ?
[1] HAZAN Adeline, maire de Reims et présidente de Reims Métropole, 2010, « Reims 2020, le choix des proximités », p5.
[2] MEYRIGNAC Julien, 2007, Hypermanifeste, éditions Aire publique, 96p.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Pessoas e árvores

Foto de Avinadam
Manhã Raia
A manhã raia. Não: a manhã não raia.
A manhã é uma coisa abstracta, está, não é uma coisa.
Começamos a ver o sol, a esta hora, aqui.
Se o sol matutino dando nas árvores é belo,
É tão belo se chamarmos à manhã «Começarmos a ver o sol»
Como o é se lhe chamarmos a manhã,
Por isso se não há vantagem em por nomes errados às coisas,
Devemos nunca lhes por nomes alguns.

Alberto Caeiro, in "Poemas Inconjuntos"

terça-feira, 12 de novembro de 2013

How to Take Adventure Photos

Photo: Climber dangling from red rock
After a quarter century of traveling the world on amazing assignments for National Geographic, I'm still learning how to take nonfiction photographs that say more. What underpins my photographs for National Geographic? Pencil-blunting research long before a shoot. On-the-fly camera settings and in-the-field improvisations. And sometimes I just get lucky. Mostly, I never take myself too seriously and I always figure there must be a better way—if I can just figure it out. Learn with me as I keep growing. 


A complete guide here in National Gepgraphic

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Documentário- "Solutions locales pour un désordre global"


Excelente documentário que mostra que a revolução verde nada mais foi do que aproveitar os produtos químicos que sobraram da II Guerra. Num cenário onde as grandes corporações expulsam o homem do campo para a cidade, gerando miséria, contaminação e incrível dependência de petróleo, certos agricultores baniram os químicos de suas lavouras conseguindo finalmente se livrar desta dependência e obtiveram ao mesmo crescimento económico. O veneno aplicado na agricultura pode seguir por 3 caminhos, "para a água, para a terra ou para seu estômago" "(...). Agora temos de mostrar que existem soluções, de ouvir os pensamentos dos agricultores, filósofos e economistas, explicando porque nosso modelo de sociedade está atolado na crise ecológica, financeira e política que conhecemos. Temos que inventar e experimentar alternativas." Coline Serreau.

sábado, 9 de novembro de 2013

Acordar com Fernando Pessoa, Neil Young and Radiohead

Neil Young´s "On the Beach" by Radiohead


"Tenho pela vida um interesse ávido
Que busca compreendê-la sentindo-a muito.
Amo tudo, animo tudo, empresto humanidade a tudo,
Aos homens e às pedras, às almas e às máquinas,

Para aumentar com isso a minha personalidade."

Álvaro Campos (Fernando Pessoa), in "Acordar"

Mais textos e crónicas sobre Fernando Pessoa no Bioterra.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Vida secreta do gato: como é que nossos companheiros felinos sobrevivem nas nossas cidades?


Já muitas vezes perguntou como é o que seu gato de cidade passa  o seu tempo fazendo quando não está por perto
Onde é que os nossos animais de estimação ronronantes quando eles desaparecem da nossa vista? Armados com dispositivos de GPS e micro-câmaras, uma equipa da BBC Two programa da Horizon em colaboração com o Royal Veterinary College partiu para a aldeia Surrey para descobrir e responder a estas questões. 

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

A casa de Uroko ou como um quarto pode ser forrado a estantes com livros!


No Japão sabemos que as casas não têm os generosos espaços dos nossos apartamentos em geral. No entanto e por isso exige-se criatividade. Que tal este quarto forrado a estante de livros, dentro da sala comum?
Ler mais em:
Creative Bookcase Bedroom in Japan

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Detroit, Germany: Study Warns of Ongoing Depopulation Trend

Rents in many large German cities are too high, but in some towns vacancies are rampant. A new study warns that if these developments continue, many cities could end up looking like Detroit.

Graphic: Demographic change in Germany (Graphic from 2011).
Long lines, desperate renters: Those who have tried to find an apartment in Munich or Hamburg are familiar with the challenge. It is almost impossible to find a place to live in those cities.
Indeed, the shortage of affordable apartments in many German cities has become an issue this campaign season, with the center-left Social Democrats even putting their demand for affordable rents on some of their campaign posters. But a trip through parts of eastern Germany, such as the states of Brandenburg and Saxony-Anhalt, shows an entirely different world of abandoned and dilapidated buildings, boarded up storefronts and empty streets.
The German housing market is drifting in two opposing directions, as is evident in a new study released Thursday by the Cologne Institute for Economic Research. The study finds that demand for housing in major cities and their surrounding areas will continue to rise, while the shrinking of smaller cities and towns will become a "mass phenomenon," according to study author Michael Voigtländer.
The researchers calculated the housing needs per person in all cities, towns and rural districts in Germany using two different scenarios. One assumed that living space per person would rise while the second presumed it would remain constant. In the past, per-capita living space has risen along with standard of living and because more people chose to live on their own.
Shrinking in the West
But regardless of which scenario turns out to be correct, the study found that peak demand will have been reached by 2050. Even before that, certain regions -- particularly in the eastern German states of Thuringia and Saxony-Anhalt -- will experience a shrinking housing market. In the town Suhl in Thuringia, for example, demand for housing could drop by 23 percent by 2030, making every fifth apartment superfluous.
But towns in western Germany are also shrinking. In the small cities of Salzgitter, in Lower Saxony, and Remscheid, in North Rhine-Westphalia, demand could shrink by 17 and 14 percent respectively.
Several large cities, meanwhile, will see an increase in housing demand, such as Munich (about 13.5 percent), Hamburg (7.1 percent), Frankfurt (6.8 percent) and Berlin (6.4 percent). The highest expected growth in demand is not for a particular city, but rather the area surrounding Munich. According to the study, towns such as Erding (up 15.8 percent), Ebersberg (14.5 percent), Dachau (13.8 percent) and Freising (13.6 percent), are expected to see the biggest rise in demand.
For less popular locations, the study indicates, massive change is coming, including an increase in empty housing. This, warns Voigtländer, is a societal problem. Empty buildings reduce the chances that surrounding apartments can be rented and leads to vandalism and dilapidation. The researchers involved in the study cite the US city of Detroit as an example, where large swaths of the inner city have been abandoned. Costs rise too, in such a scenario, because providing trash pickup or sewage service to the entire city is being paid for by fewer residents.
Targeted Development
The phenomenon is by no means new. Towns across rural Germany, particularly those in the eastern part of the country, but also in many areas in the west, havelong been experiencing falling populations as younger residents head to cities for study and work. Many mid-sized cities in Germany have long since begun doing what they can to get rid of excess housing.
The study gives little cause for optimism. Even if people continue to want more living space per capita, and even immigration brings 200,000 people a year to Germany, the trend will continue. Voigtländer recommends that towns should accept the development. They should not attempt to attract new residents with new commercial and residential real estate, which could only worsen the situation. Instead, they should focus on upgrading the existing apartments, he said.
The Institute is working with the Federal Environment Agency on a wider solution, which would involve a national system of certification. Similar to carbon emissions trading, that would make new development land a valuable and tradable commodity, and would result in more targeted development of new housing.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Infográfico da semana- 12 anos de incêndios em Portugal

Pegámos na lista de incêndios ocorridos entre 2001 e 2012 em Portugal continental, disponibilizada pelo ICNF, e construímos uma visualização que permite saber em que anos houve mais incêndios, em que municípios ocorreram e a que horas foram dados os alertas para esses fogos.
Ver e consultar a infografia aqui

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Country Rankings by Cumulative (1751-2010) CO2 Emissions

If you know some history about the country which you're interested in, you will understand more about the country's cumulative emissions. For example, in the case of Yugoslavia, Montenegro, and Serbia:

Period COUNTRY CO2 emissions (1000 metric tons of CO2)
1880-1991 YUGOSLAVIA (FORMER SOCIALIST FEDERAL REPUBLIC) 3,250,075
1992-2005 YUGOSLAVIA (MONTENEGRO & SERBIA) 643,252
2006-2010 MONTENEGRO 11,780
2006-2010 SERBIA 249,795

Then, here are the statistics. [full list here]
Total CO2 emissions from fossil-fuels and cement production
Unit: thousand metric tons of CO2
Rank
Cumulative emissions (1751-2010)

2010 emissions
Country (period)CO2
CountryCO2
1UNITED STATES OF AMERICA (1800-2010)355,263,451
CHINA (MAINLAND)8,280,544
2CHINA (MAINLAND) (1899-2010)132,468,155
UNITED STATES OF AMERICA5,428,895
3USSR (1830-1991)112,821,745
INDIA2,007,284
4UNITED KINGDOM (1751-2010)73,492,772
RUSSIAN FEDERATION1,739,443
5JAPAN (1950-2010)48,542,156
JAPAN1,169,819
6GERMANY (1792-1946, 1991-2010)43,846,517
GERMANY744,813
7INDIA (1858-2010)37,594,857
ISLAMIC REPUBLIC OF IRAN571,174
8FRANCE (INCLUDING MONACO) (1802-2010)34,591,818
REPUBLIC OF KOREA567,133
9RUSSIAN FEDERATION (1992-2010)31,586,661
CANADA498,755
10FEDERAL REPUBLIC OF GERMANY (1945-1990)27,451,215
UNITED KINGDOM493,127
11CANADA (1785-2010)27,151,590
SAUDI ARABIA464,125
12POLAND (1800-2010)24,327,602
SOUTH AFRICA459,772
13ITALY (INCLUDING SAN MARINO) (1860-2010)20,689,181
MEXICO443,334
14SOUTH AFRICA (1884-2010)16,417,251
INDONESIA433,657
15MEXICO (1891-2010)15,157,817
BRAZIL419,433
16AUSTRALIA (1851-2010)14,325,565
ITALY (INCLUDING SAN MARINO)405,996
17ISLAMIC REPUBLIC OF IRAN (1902-2010)12,375,948
AUSTRALIA372,795
18FORMER GERMAN DEMOCRATIC REPUBLIC (1945-1990)12,178,928
FRANCE (INCLUDING MONACO)360,996
19SPAIN (1830-2010)11,927,048
POLAND317,011
20REPUBLIC OF KOREA (1945-2010)11,664,634
UKRAINE304,571
21BELGIUM (1802-2010)11,307,606
TURKEY297,774
22CZECHOSLOVAKIA (1860-1991)11,242,790
THAILAND295,055
23BRAZIL (1901-2010)10,930,916
SPAIN269,468
24NETHERLANDS (1846-2010)10,067,266
TAIWAN260,322
25SAUDI ARABIA (1935-2010)9,698,931
KAZAKHSTAN248,538
26INDONESIA (1889-2010)8,802,362
MALAYSIA216,638
27ROMANIA (1857-2010)7,664,982
EGYPT204,619
28UKRAINE (1992-2010)7,024,591
VENEZUELA201,593
29TURKEY (1865-2010)6,687,046
NETHERLANDS181,938
30ARGENTINA (1887-2010)6,572,174
ARGENTINA180,373
31VENEZUELA (1904, 1908, 1913-2010)6,415,251
UNITED ARAB EMIRATES167,468
32TAIWAN (1896-2010)6,260,831
PAKISTAN161,272
33DEMOCRATIC PEOPLE S REPUBLIC OF KOREA (1945-2010)6,183,740
VIET NAM150,115
34THAILAND (1931-2010)5,070,995
ALGERIA123,381
35AUSTRIA (1807, 1819-2010)4,761,591
IRAQ114,579
36HUNGARY (1831-2010)4,482,002
CZECH REPUBLIC111,666
37SWEDEN (1834, 1839-2010)4,462,981
BELGIUM108,863
38EGYPT (1911-2010)4,127,909
UZBEKISTAN104,363
39JAPAN (EXCLUDING THE RUYUKU ISLANDS) (1868-1949)4,015,008
KUWAIT93,624
40DENMARK (1843-2010)3,609,657
GREECE86,651
41MALAYSIA (1970-2010)3,464,170
PHILIPPINES81,528
42KAZAKHSTAN (1992-2010)3,394,503
NIGERIA78,850
43BULGARIA (1879-2010)3,337,301
ROMANIA78,685
44YUGOSLAVIA (FORMER SOCIALIST FEDERAL REPUBLIC) (1880, 1885, 1890-1991)3,250,075
COLOMBIA75,622
45ALGERIA (1900-2010)3,171,687
CHILE72,203
46GREECE (1867-2010)3,083,406
DEMOCRATIC PEOPLE S REPUBLIC OF KOREA71,569
47PAKISTAN (1972-2010)2,980,299
ISRAEL70,602
48IRAQ (1924-2010)2,867,010
QATAR70,477
49UNITED ARAB EMIRATES (1959-2010)2,780,355
AUSTRIA66,846
50NIGERIA (1915-2010)2,714,931
BELARUS62,174
51FINLAND (1860-2010)2,645,616
SYRIAN ARAB REPUBLIC61,811
52SWITZERLAND (1858-2010)2,561,548
FINLAND61,797
53COLOMBIA (1921-2010)2,546,829
LIBYAN ARAB JAMAHIRIYAH58,990
54CZECH REPUBLIC (1992-2010)2,330,997
PERU57,535
55PHILIPPINES (1907-2010)2,239,455
OMAN57,158
56UZBEKISTAN (1992-2010)2,180,076
NORWAY57,143
57NORWAY (1829-2010)2,144,457
BANGLADESH56,110
58CHILE (1895-2010)2,104,012
TURKMENISTAN53,014
59PORTUGAL (1870-2010)2,068,817
SWEDEN52,475
60VIET NAM (1892-1945, 1970-2010)1,940,068
PORTUGAL52,321
61KUWAIT (1946-2010)1,924,986
TRINIDAD AND TOBAGO50,643
62ISRAEL (1930-2010)1,814,804
MOROCCO50,570
63IRELAND (1850, 1880, 1881, 1910, 1913-2010)1,788,268
HUNGARY50,544
64NETHERLAND ANTILLES AND ARUBA (1926-1985)1,751,000
DENMARK46,268
65LIBYAN ARAB JAMAHIRIYAH (1950-2010)1,616,865
SERBIA45,927
66SYRIAN ARAB REPUBLIC (1931-2010)1,525,857
AZERBAIJAN45,696
67SINGAPORE (1957-2010)1,510,592
BULGARIA44,645
68NEW ZEALAND (1878-2010)1,495,745
IRELAND39,969
69PERU (1884-2010)1,447,912
SWITZERLAND38,727
70CUBA (1941-2010)1,410,886
CUBA38,335
71HONG KONG SPECIAL ADMINSTRATIVE REGION OF CHINA (1938-2010)1,173,835
HONG KONG SPECIAL ADMINSTRATIVE REGION OF CHINA36,261
72BELARUS (1992-2010)1,158,896
SLOVAKIA36,067
73MOROCCO(1928-2010)1,155,972
ECUADOR32,611
74TRINIDAD AND TOBAGO (1908-2010)1,134,598
NEW ZEALAND31,527
75QATAR (1949-2010)1,115,926
BOSNIA & HERZEGOVINA31,102
76ECUADOR (1917-2010)810,995
ANGOLA30,394
77BANGLADESH (1972-2010)806,646
TUNISIA25,858
78TURKMENISTAN (1992-2010)748,275
BAHRAIN24,184
79SLOVAKIA (1992-2010)747,107
YEMEN21,835
80AZERBAIJAN (1992-2010)703,829
DOMINICAN REPUBLIC20,948
81OMAN (1964-2010)659,016
CROATIA20,868
82YUGOSLAVIA (MONTENEGRO & SERBIA) (1992-2005)643,252
JORDAN20,805
83LUXEMBOURG (1945-2010)638,467
LEBANON20,388
84TUNISIA (1866-2010)625,027
ESTONIA18,325
85ZIMBABWE (1903-2010)610,542
PLURINATIONAL STATE OF BOLIVIA15,445

Note: Original carbon contents of CO2 emissions were multiplied by a conversion factor (= 44.0095/12.0107) to make CO2-equivalent numbers.Source:
Boden, T., Marland, G., Andres, B., & Marland, G. (2013). National CO2 Emissions from Fossil-Fuel Burning, Cement Manufacture, and Gas Flaring: 1751-2010. Oak Ridge, TN: Carbon Dioxide Information Analysis Center. [Data at http://dx.doi.org/10.3334/CDIAC/00001_V2013]