sábado, 31 de dezembro de 2011

Factory Farm Map


Factory Farm Map , criado em 2007, tem sido um instrumento poderoso de expôr factos e relacionar dados,  com a agricultura nos EUA, através de um mapa interactivo. Um exemplo a seguir em mais países.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Noam Chomsky: como o debate sobre alterações climáticas tornou-se uma fraude liberal


Um tema para fechar o ano de 2011: as alterações climáticas de origem humana - é urgente uma refocagem!

Neste vídeo sexto da série "Pico do Petróleo e um Clima em Mudança" do The Nation e On The Productions Terra, filósofo, linguista e ativista político Noam Chomsky fala sobre a Câmara de Comércio, o American Petroleum Institute e outros negócios lobbies com entusiasmo a realização campanhas "para tentar convencer a população que o aquecimento global é uma farsa liberal." De acordo com Chomsky, esta enorme campanha de relações públicas tem conseguido levar uma boa parte da população em dúvida as causas humanas do aquecimento global.

Conhecido por suas críticas à média, Chomsky não é titular de volta neste clip, colocar a culpa na média tradicional, como o New York Times, que será executado nas primeiras páginas com artigos sobre o que os meteorologistas pensam sobre o aquecimento global. "Os meteorologistas são meros leitores de ponto dizendo se vai chover amanhã", diz Chomsky. "O que eles têm a dizer mais do que seu barbeiro?" Tudo isso faz parte da perseguição da média contra a "objetividade" e vendem mentiras com lucros fabulosos.

De particular preocupação para Chomsky é a atmosfera de medo, raiva e hostilidade que reina atualmente na América. O ódio do público dos democratas, os republicanos de negócios, grandes e bancos e desconfiança do público de cientistas todos levam à desconsideração geral para as conclusões do "pointy-headed elitistas". As eleições de 2010 poderia ser interpretado como uma "sentença de morte para a espécie" porque a maioria dos republicanos no Congresso são os negadores do aquecimento global. "Se isso estivesse acontecendo em algum país pequeno", Chomsky conclui, "não importaria muito. Mas quando se está acontecendo no país mais rico, mais poderoso do mundo, é um perigo para a sobrevivência da espécie."

Visite www.TheNation.com para saber mais sobre "Peak Oil e um Clima em Mudança", e ver os outros vídeos da série.

Para saber mais sobre Noam Chomsky:

Articles and videos featuring Noam Chomsky at AnarchismToday

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Dívidas privadas: consumo crítico e (eco)consciente - estudo sobre o perfil dos sobrendividados em Portugal (2008)

A fechar o ano 2011, temos que abordar a crise portuguesa. Ela é económica, política e cultural e terá que ser resolvida em contexto europeu, no contexto da CPLP e no contexto global, mediante a recusa do status quo do medo, da especulação e sentirmo-nos "paralisados" sem nada fazer. De facto podemos e devemos fazer a nossa parte por uma globalização contra-corporações e por um pacto sócio-ecológico imune ao feitiço do crescimento económico.A medio-longo prazo devemos reconhecer que se não civilizarmos a economia, corremos o risco de enormes passivos socio-ecológicos que vamos chutar para as gerações vindouras. Creio que não é isso que desejamos. Já conseguimos muito mas há que mudar de civilização. Vamos a tempo? [1]
Um Perfil Dos Sobreendividados Em Portugal

[1] Adaptado do livro "Portugal- ensaio contra a auto-flagelação" de Boaventura de Sousa Santos

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

O mais e o menos do Portugal agrícola

Nesta semana estou a fazer balancetes de sectores-chave para políticas mais sérias e assertivas num Portugal em rápida mudança, mas imensamente desfocado e "seduzido", "trabalhado", "condicionado" pela média e depois resulta que textos como este, se percam e retirem os leitores de uma focagem sobre um tema caro: a alimentação, os custos e o estado da arte, sobretudo no que nos diz mais respeito, isto é, Portugal. Assim, republico esta notícia/crónica que vai de encontro ao que eu referi.

Factor humano é uma das maiores limitações
Os pontos fortes
O sector leiteiro Portugal não só é capaz de produzir o leite que consome como ainda dispõe de uma ligeira margem para exportar. Mais: num sector aberto ao investimento estrangeiro, as marcas nacionais continuam a dominar o mercado. O sucesso do sector resulta em grande parte do trabalho da rede de cooperativas do Norte e do Centro do país que se uniram para criar o gigante Lactogal. A concorrência e a procura da eficiência afastaram dezenas de milhar de pequenos produtores do negócio e, nos dias de hoje, a redução dos preços está a causar ameaças aos que restam. Mas, numa área difícil, a agricultura nacional saiu-se bem.
Azeite É talvez o mais fulgurante caso de sucesso dos últimos anos. Por volta de 1960, a produção de azeite foi ameaçada pelos incentivos políticos concedidos aos óleos vegetais. Quando entrou na CEE, Portugal importava mais de três quartos das suas necessidades, embora reexportasse uma parte. A cultura caiu no esquecimento, mas uma série de investimentos espanhóis, nota Sevinate Pinto, “ensinou-nos como se faz”. Ainda que tenhamos de comprar quase metade das nossas necessidades, na última década fez-se o maior olival do mundo, a área cresceu 10 mil hectares entre 2005 e 2009 e quando os jovens olivais entrarem em produção Portugal pode ficar perto da auto-suficiência.
Frutas e legumes Há anos que se anunciava o potencial nacional para as frutas e legumes e agora esse potencial começa a dar frutos. No ano passado, as exportações do sector ficaram quase 200 milhões de euros acima das do vinho. Sem alarido, nas zonas do Oeste ou no vale do Mira, jovens empresários, voltados para o mercado e abertos à exportação começaram a tornar o sector num caso sério. Portugal é excedentário em legumes, mas, apesar do lento salto na produção de fruta, ainda depende em 35 por cento do que consome do exterior. O país está ainda a ganhar fôlego em novas produções, com o destaque para o kiwi.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Palestra: O que Darwin diria ao Homem contemporâneo?

O que Darwin diria ao homem contemporâneo - Jaime Vaz from cpfl cultura on Vimeo.


O que dizem os biólogos sobre as famílias? Como confrontar as estatísticas com a biologia da espécie Homo sapiens sapiens? Eis algumas respostas interessantes, num debate sempre polémico, mas encontrei nesta palestra um bom balanço do que são as "famílias" do homem moderno e como responderia Darwin perante a desmultiplicação de uma unidade tão crucial ao homem como são as famílias e os genes.

domingo, 25 de dezembro de 2011

25 de Dezembro: Caccini's Ave Maria



Foi cantada ao vivo pelo contratenor Coreano/Canadiano David Lee DQ num programa de música muito popular entre os Coreanos chamado de "Carta de Amor/Do-Hyun Yoon", em Abril de 2008.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

BP abandona a energia solar fotovoltaica

Sei mesmo quem são os mais vígaros no planeta...não são apenas os eurodeputados, os políticos fracos, as multinacionais...é o sistema obscuro plurinacional em que uns poucos ficam muito ricos e empobrecem e subjugam biliões de humanos...enquanto "alimentarmos este sistema" somos todos culpados e estaremos em ruína, em petroapocalipse e num sistema tóxico e radiocativo e de guerra permanente.

[fonte: Energías Renobables] A reestruturação empreendida pelo aparelho BP empresa adaptada aos novos tempos no setor PV não foi suficiente ea empresa britânica decidiu deixar a energia solar. Isto é declarado em um e-mail interno enviada por empregados da BP que teve acesso a Energia Renovável .
BP deixa de energia solar
Esta carta anuncia que "nós fizemos a difícil decisão de deixar o negócio", referindo-se às atividades solares que a empres manteve . A determinação complicada após quase 40 anos de compromisso com a energia solar. " O texto explica que os principais mercados solares todo o mundo têm sofrido profundas alterações nos últimos anos e reconhece que a BP não tem sido capaz de gerar as margens necessárias para manter o negócio de energia solar. BP anunciou no correio interno empregados nos próximos meses para completar os projetos a ser desenvolvido e tomará as medidas necessárias para transferir as suas obrigações e ativos. Da mesma forma, ele lamenta o impacto que terá cerca de 100 trabalhadores que anuncia medidas de apoio alternativas à BP, e subsídios de desemprego. 
Espanha já viveu o adeus da BP Solar 
BP Solar fechado na primavera de 2009 era uma fábrica de células e montagem que situada em Madrid,  e esta medida  afectou 480 trabalhadores. Então, a empresa disse que a medida era "parte da estratégia global da BP Solar para alcançar uma posição competitiva a nível mundial." Seus planos eram de "reestruturar as atividades de produção para reduzir custos e melhorar a sua competitividade a nível global." Agora, dois anos mais tarde, deixando a nível mundial de energia BP solar. Na carta enviada aos funcionários, assegurando que ele continua comprometido com as energias renováveis ​​e recorda três ações realizadas durante 2011 em biocombustíveis com a aquisição da Companhia Nacional de Açúcar e Álcool (CNAA), o aumento participação na Tropical Bioenergia SA e a instalação de três parques eólicos nos Estados Unidos

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Infografia- Se a energia solar recebesse os mesmos subsídios que o petróleo (estudo de caso nos EUA)


Não acredito muito nas subsidiarizações,  baseadas  no petróleo e carvão (quase em exclusivo e culturalmente imposta/aceite) e nunca/jamais para o nuclear. Acredito mais na socialização de várias fontes de energia renováveis, incluindo a solar e a hidrogénio e em especial a biomassa.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Energia Solar a 23% (?) : Portugal em perfeito contraciclo com as grande potências económicas europeias e mundiais


pv electric energy world
Locais do globo com forte potencial para a energia solar [fonte

1. Espanha, Japão, China projectam-se na energia solar e eólica. Cá a energia solar em 2012 passará para IVA de 23% e sem benefícios fiscais. É o enterro do País?
China has set a target for installed solar power generating capacity to reach 15 gigawatts by 2015 and wind power capacity to hit 100 GW
2.O caso execpcional da Índia: num ano aumentou 6 vezes mais a sua produção em solar! [link]


3.Os Japoneses não lamentam ou vivem a vida a chorar os problemas e aprendem com Fukushima: Japão instalou 1.3GW atingindo o top-5 ranking

4.Ver todo o Panorama Mundial e rankings neste relatório, publicado em 13 de Dezembro, em que a Itália destrona a Alemanha [mais detalhado aqui].

Actualização do Dossiê Planificando a Sustentabilidade.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Alterações cimáticas e energia: tantas assimetrias e desiguldades no acesso

Eu diria de cor algumas caras "megeras" que andam por aí, em várias línguas. Lembremo-nos que a linguagem falada é uma componente exclusivamente humana, bem como a noção de futuro. A era pós-pico de petróleo será muito dolorosa, se não mudarmos o sistema, se não fizermos a transição e corrigirmos o crescimento populacional da nossa espécie.




1. Os subsídios que estimulam o consumo excessivo de combustíveis fósseis subiram para mais de 400 000 milhões de dólares. O número de pessoas sem acesso à electricidade manteve-se ao nível inaceitavelmente elevado de 1,3 mil milhões, representando cerca de 20% da população mundial.

2. As importações de petróleo para os Estados Unidos da América, o maior importador mundial actual, diminuem à medida que os ganhos de eficiência reduzem a procura e que são desenvolvidas novas fontes de abastecimento, como o petróleo leve condensado; contudo, a dependência crescente das importações de petróleo nas outras partes do mundo aumenta as preocupações sobre o custo das importações e a segurança dos abastecimentos. Em 2035, quatro quintos do petróleo consumido nos países Asiáticos não membros da OCDE provêm de importações, enquanto esse valor representa apenas pouco mais de metade em 2010. Globalmente, a dependência aumenta em relação a um número de produtores bastante limitado, sobretudo na região MENA, com o petróleo a transitar por vias de aprovisionamento vulneráveis. Em valores agregados, o aumento da produção oriunda desta região é superior a 90% do crescimento necessário na produção mundial de petróleo, elevando a quota-parte da OPEC na produção global para mais de 50% em 2035.

Para saberes mais, lê aqui e aqui.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Buxtehude - Jesu meines Lebens Leben



Posso dizer que a minha relação com a religião é mais académica e estética do que propriamente fé ou aceitação passiva de ritos e até muitas vezes tomo posições provocadoras, pos vejo pouca consistência entre os textos e as condutas das hierarquias, a burocracia e outros impedimentos humanos ao entendimento mais justo e profundo dos textos fundadores ou "cultura" das religiões que existem no mundo. Há, contudo, tecidos similares em quase todas elas: a compaixão, a solidariedade, a elevação moral e algumas histórias/estórias formativas.
Trouxe-vos este trecho de Buxtehude. Os primeiros versos traduzidos dizem o seguinte:
"Mil, mil vezes, Amo Jesus,
Vós estais agradecido por isso.
Ó, que resistiu a blasfémias, escárnio e desprezo,
Cuspidelas, pauladas, cordas e algemas,
Filho Justo de Deus,
Abraço-me a Ti para salvar-nos das cadeias do diabo e do Pecado!
Mil, mil vezes Amo Jesus"

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Pacto dos Autarcas pelo Clima

1.    TEXTO OFICIAL
2. Já aderiram 68 municípios. Eis a lista completa aqui

3. Sítio com toda a informação para as autarquias poderem aderir

Faça a sua parte. Se o seu município ainda não consta da lista, divulgue esta postagem, promova debate, crie uma comissão para que mais autarcas adiram ao Pacto!


quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Grande Botânico Joseph Dalton Hooker (1817-1911)- centenário da sua morte

Talauma Hodgsoni, do Livro        'Illustrations of Himalayan Plants"

No centenário da morte do grande botânico, intelectual e ilustrador que foi Joseph Hooker [Botanical Journal of the Linnean Society, 167: 353–356] que coincide com a época natalícia redobro o apelo que protejamos as briófitas (vulgo musgo). Muitos têm elevado estatuto de conservação.Não recolham musgos nem os comprem.

Saiba mais sobre este grande explorador aqui

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Sobre o Projecto "Compre o que é Nosso"

Esta campanha iniciada em 2007 (creio) recolhe como muitas outras campanhas escolares a baixa auto-estima e o preconceito e alheamento de alguns portugueses. Postas as barreiras políticas de lado (falso ou exagerado patriotismo) temos o direito de escolher o que é bom, e numa economia dita globalizada, nem tudo o que é português também se pode dizer que é BOM. Mas por outro lado deixemo-nos de preconceitos e de achar que só do estrangeiro existe qualidade e que é BOM ou "bonito".
Dá trabalho escolher, pois dá. É muito mais confortável irmos aos centros comerciais e despejarmos lá todo o dinheiro e termos a sensação de bem-estar. Mas não fizemos bem...há qualquer mágoa, quando descobrimos que quase tudo "estrangeiro" foi made in China ou India ou Thailand.
Pois bem, também já estamos um pouco "vacinados" com o que fazem a PT, EDP e GALP aos conterrâneos: tudo a preços muito altos para o bolso e salários que recebemos. Parece que fazem de nós parvos.
E de facto também vemos que a tão propalada competição de preços afinal em Portugal não existe. As restantes companhias rivais (seja Vodafone, Repsol, etc) mesmo já muito confortáveis com lucros da globalização, "roubam-nos" indecentemente, pois os preços por elas praticados são iguais aos da PT e GALP(!).
Por favor saia de casa, não vá para os centros comerciais e procure melhor.Às tantas encontra o que procura, é português e inovador, sem ser necessariamente "moderno" ou "inferior"- interessa é que o que comprarmos seja BOM e a preço JUSTO (que proteja o produtor e o trabalhador).

Procure a lista de empresas aderentes ao "Compre o que é Nosso" aqui

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Um índio guaraní e um argentino assassinados por defenderem as florestas

Inez e Vinoodh para Alexander McQueen- V Magazine 2004
Agora como muitos estudantes estudam espanhol, a mensagem segue na língua original.
No olvidemos que se estima que hay más 150 millones de personas en el mundo que viven y dependen de los bosques. Sólo 24 millones en la Amazonia.
Cuando hablamos de la protección de los últimos bosques primarios, significa que las comunidades locales y pueblos indígenas puedan seguir teniendo acceso a los recursos, impidiendo que grandes corporaciones y empresas madereras, del sector agropeacuario etc, acampen a sus anchas esquilmando ecosistemas de un valor fundamental para el Planeta. Hay numerosos conflictos sociales por el control y el acceso a las tierras que están queriendo ser robadas y usurpadas por grandes corporaciones. Por ello, muchos pueblos luchan por el derecho a sus tierras ancestrales, por su protección.
Desde Argentina, hace unas semanas conocíamos la noticia del asesinato de Cristian Ferreyra, un joven dirigente del Movimiento Campesino de Santiago del Estero-Vía Campesina que se resistió al desmonte y desalojo de su tierra en Santiago del Estero.
Una de sus demandas era avanzar de forma urgente en la titularización de las tierras que habitan campesinos e indígenas desde hace varias generaciones. En Argentina ya se perdieron el 70% de los bosques primarios (la mayor extensión de bosque templado intacto del mundo), entre 1998 y 2006 la superficie deforestada en Santiago del Estero fue la mayor de Argentina y alcanzó las 821.283 hectáreas.
En otro área de bosque primario, la Amazonia, un líder era asesinado por pistoleros. Pertenecía a la comunidad indígena guaraní que había vuelto a los que son sus tierras ancestrales a principios de noviembre, y allí se mantenían acampados.
No son las únicas personas muertas, ya repudiamos los asesinatos del matrimonio Maria do Espírito Santo Ribeiro y José Claudio Ribeiro y de otros muchos casos como el líder campesino Adelino Ramos, conocido como Dinho.
Fonte:No Soy Un Dominguero

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

A brutal lógica das alterações climáticas

 Um estudo científico de  Kevin Anderson e Alice Bows deixam-nos com zero margens de negociações
Let's walk through Anderson's logic. 
1. How much can global average temperature rise before we risk "dangerous" changes in climate? The current consensus answer is: 2 ºC [3.6 ºF] above pre-industrial levels.The 2 ºC number has been around for over a decade and was reaffirmed by the Copenhagen Accord just last year. Deciding on an "acceptable" level of temperature is a political and somewhat arbitrary judgment, of course, since it lets one number stand in for a wide range of heterogeneous considerations. But it's an important marker. And when it was first developed, it was based on the science of the day.

Here's a chart attempting to show, in simplified form, what amount of temperature rise will produce dangerous effects (the red zones) and what the 2 ºC level means:


Seems sensible enough. But there's a hitch: Climate science has not stood still for the last decade. According to the latest research, the level of damages once expected at 2 ºC is now expected at considerably lower temperatures. Here's a graph that shows science's evolving understanding:


As you can see, the 2 ºC "guardrail" that separated acceptable from dangerous in 2001 is, in 2009, squarely inside several red zones. Today, the exact same social and political considerations that settled on 2 ºC as the threshold of safety by all rights ought to settle on 1 ºC [1.8 ºF]. After all, we now know 2 ºC is extremely dangerous.

At this point, however, stopping at 1 ºC is physically impossible (we can thank our past inaction for that). Indeed, as we'll see, stopping at 2 ºC is getting close to impossible as well. There is no longer any reasonable chance of avoiding "dangerous" climate change, so 1 ºC vs. 2 ºC is a somewhat academic debate. At this point we're just shooting to avoid super-duper-dangerous. Regardless, the numbers that follow are based on 2 ºC.
Digo e repito sempre: estamos numa encruzilhada em que privado/público deixará de fazer sentido quando cair todo o carbono e pesticidas reflectidos em nossas vidas. SE NADA houver um empoderamento colectivo em refrear a banca, descredibilizar as empresas de rating e colocarmos os autores e "empresas" de paraísos fiscais em Tribunais Internacionais, o quanto antes...não auguro nada de bom. 

Para saber mais

  1. Kevin Anderson Beyond 'dangerous' climate change artigo (paper)
  2. The brutal logic of climate change, por David Rogers (faz uma análise do artigo científico)

domingo, 11 de dezembro de 2011

2011- No Ano Internacional da Química

1. Documentário "Dimitri Mendeleev e a Tabela Periódica dos Elementos Químicos"


Sítio Oficial aqui



3. Compreender as Alterações Climáticas na perspectiva da Química (em inglês)
É um sítio compreendendo 9 aulas (a 9ª está em fase de conclusão) completamente interactivas. Cada lição contem informação, resumos, testes e glossário (em inglês) 

5. Tom Lehrer- Chemstry Element Song


sábado, 10 de dezembro de 2011

Dia Mundial dos Direitos Humanos - keep breathing:: mantem-te a respirar


Dia 10 de Dezembro- Dia dos Direitos Humanos - PSD/CDS ficam na história de, por decreto, acabar com o 5 de Outubro (Implantação da República)- isto, depois das pomposas comemorações do Centenário, ocorrida há um ano.



Fonte: Fora da Estante

No dia 31 de Janeiro de 1891 a cidade do Porto assistiu a um levantamento militar contra as cedências do Governo ao ultimato britânico de 1890. A revolta, liderada por capitão Amaral Leitão, alferes Rodolfo Malheiro, tenente Coelho e por outras figuras intelectuais da época, (Alves da Veiga, Basílio Teles, João Chagas, Paz dos Reis, Sampaio Bruno e Verdial Cardoso), foi a primeira tentativa de implantação do regime republicano em Portugal. Os revoltosos foram parados por um poderoso ataque da Guarda Municipal que fuzilou a multidão em marcha, tendo-se aí registado meia centena de vítimas.

SÍTiOS OFICIAIS das COMEMORAÇÕES DO CENTENÁRIO DA REPÚBLICA (2010):
Centenário da República
Centenário da República nas Escolas
Newsletters do Centenário

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

O Plano Nacional de Barragens vai custar ao Estado (e a todos nós) 16 mil milhões de euros, vão produzir 0% de energia líquida e vamos ter a factura mais cara da Europa!

Esta e outras irregularidades (nomeadamente falta de transparência nos processos) denunciadas neste programa do Biosfera!


Outras consequências
Barragens de rios provocam erosão no litoral
As barragens de rios - tanto as que servem a hidrelétricas quanto as que têm a função de manter açudes em ambientes áridos - impactam a zona costeira a quilómetros de distância de onde foram construídas. É o que prova um estudo do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Transferência de Materiais Continente-Oceano, que ganhou neste ano o Prêmio Fundação Bunge no tema Oceanografia. "Quando se constrói uma barragem, parte dos sedimentos que o rio levaria para o mar acaba ficando no mesmo lugar. Estima-se que hoje em dia os oceanos recebam apenas 50% dos sedimentos transportados há 100 anos, antes da construção das grandes represas", afirma Luiz Drude de Lacerda, pesquisador que trabalha na bacia do Rio Jaguaribe, que corta 70% do Ceará e tem 87 reservatórios de água. 
 Esse material deveria repor o alimento das espécies marinhas e substituir parte do terreno que é engolido pela ação do mar. Por isso, Drude defende que os relatórios de impacto ambiental de barragens considerem também os ecossistemas marinhos onde os rios afetados desaguam. Fonte: Estadão Brasil

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

O Projecto Planet Design

O Projecto Planet Design tem como objectivo potenciar, revitalizar e dinamizar a indústria mobiliária.
 
É uma parceria entre entidades Portuguesas, Italianas e Espanholas onde os seus esforços serão aplicados na investigação, informação e divulgação de novas formas de produção e introdução de novas matérias primas aplicadas, também em conjunto com a madeira.

O projecto pretende assim contribuir para a melhoria no sector, onde não se deve descurar as tendências de mercado com base na inovação, estética e sustentabilidade ambiental.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Degas,Bailarinas,Chopin e Maria João Pires



O fascínio da pintura de Degas, através das suas bailarinas. Acompanhado pelo Nocturno N º 2 em Mi bemol maior op.9, Chopin, interpretado pela pianista Maria João Pires.
 
Consultar todas as postagens BioTerra sobre Bailado

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

O papel do cromossoma X no nosso sistema imunitário e na hereditariedade

NATURE the X Chromosome in Immune Functions

domingo, 4 de dezembro de 2011

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

2050: o mundo poderá ser sustentadamente alimentado por energias renováveis

Adicionar legenda
Segundo o novo estudo da WWF, toda a energia que o mundo necessita pode ser obtida de forma limpa, renovável e economicamente sustentável até 2050, reduzindo-se assim drasticamente as ansiedades sobre energia, segurança, poluição e não menos importante, alterações climáticas catastróficas.
O Relatório Energia (The Energy Report), depois de dois anos de trabalho, aponta para um novo caminho, a energia total necessária, incluindo os transportes, pode ser totalmente obtida de forma segura e adequada. “Se continuarmos a depender dos combustíveis fósseis enfrentaremos um futuro de ansiedade relativamente aos custos da energia, segurança e impactos das alterações climáticas”. “O Relatório Energia mostra que em quatro décadas podemos ter um mundo de economias vibrantes e sociedades alimentadas por energia limpa, barata e renovável e com uma boa qualidade de vida. Este relatório é mais do que um cenário – é um apelo á acção. Podemos atingir um futuro renovável e limpo, mas temos que começar agora.”
O relatório que contém uma análise detalhada e um cenário apresentado pela Ecofys, respeitada consultora para a energia, e uma análise da WWF, mostra que até 2050 as necessidades de energia, de transporte e de energia doméstica e industrial podem ser satisfeitas com usos residuais de combustíveis fósseis e nucleares.
No cenário da Ecofys, em 2050 a procura total de energia será 15 por cento mais baixa do que em 2005, apesar do aumento da população, dos outputs industriais, das viagens e dos transportes de mercadorias. O mundo não irá depender do carvão ou dos combustíveis nucleares, enquanto as regras internacionais e a cooperação limitarão os potenciais estragos ambientais gerados pelo desenvolvimento do biocombustível e da hidro-electricidade.
Ter energia limpa a custos controlados à escala necessária requererá um esforço global, semelhante à resposta global à crise financeira mundial, mas os benefícios serão muito superiores a longo prazo a nível da energia renovável comparativamente aos investimentos necessários nesta área das renováveis e da eficiência energética até 2040; a WWF estima que num cenário de “Business-As-Usual” os custos da energia limpa até 2050 serão de 4 triliões de euros. Do ponto de vista político e ambiental, providenciar energia limpa pode evitar conflitos internacionais relacionados com o abastecimento de energia, riscos de derrames de petróleo e quebras nas cadeias de abastecimento de combustíveis que são inerentes à exploração dos combustíveis fósseis.
O cenário do Relatório Energia considera que a redução de 80 por cento das emissões de CO2 no abastecimento de energia a nível mundial até 2050, prevendo que o aumento da temperatura média anual será limitado a menos de dois graus Celsius, evita desta forma catástrofes ao nível dos impactos das alterações climáticas. “Viveremos de forma diferente, mas viveremos bem,” “Temos que garantir energia para todos sem prejudicar o nosso planeta e este relatório mostra que nós somos capazes.”

Portugal tem já um caminho percorrido nessa direcção: uma elevada percentagem da energia que consumimos é renovável e é estratégico o investimento no desenvolvimento destas fontes de energia (como a energia das ondas). Conta ainda com experiências a nível das smart-grids e dá os primeiros passos a nível de mobilidade eléctrica (carro eléctrico), cujo combustível (electricidade) terá uma fracção de energias renováveis, o que não acontece com a mobilidade a gasóleo ou gasolina. “Estes investimentos têm de se manter para se atingir o Cenário da Energia Limpa em 2050”.
“Portugal enfrentará ainda grandes desafios para atingir este cenário. Existe um longo caminho a percorrer ao nível de melhoria da eficiência energética, ao nível agrícola e industrial (produção de produtos) e ao nível dos edifícios. Existe também a questão do transporte: a necessidade de desenvolver e melhorar o transporte público, bem como promover a sua utilização.” “Também ao nível do planeamento e ordenamento do território deverá considerar-se a minimização da necessidade e do tempo de deslocação, de forma a reduzir os consumos em energia e as emissões de gases de efeito de estufa”.

O Relatório de Energia 2011
Resumo Técnico do Relatório de Energia 2011

Fontes: WWF; naturlink.sapo.pt e Bem Comum

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Mapa do Dia - a vulnerabilidade à desertificação em todo o mundo

Desertificação é o fenómeno que corresponde à transformação de uma área num deserto. Segundo a Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação, a desertificação é “a degradação da terra nas regiões áridas, semi-áridas e sub-húmidas secas, resultante de vários factores, entre eles as variações climáticas e as actividades humanas”. Considera-se as áreas susceptíveis aquelas com Índice de Aridez entre 0,05 e 0,65. Portugal e Espanha estão entre os três países mais desertificados da Europa segundo a Agência Espacial Europeia. 

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