quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Nature Picture Library- fotografias e educação ambiental em acção!


O Nature Picture Library foi lançado em 2002 e é uma agência fotográfica especializada representa o melhor a natureza do mundo e fotógrafos da vida selvagem.

O acervo é especialmente forte em retratos de animais e de comportamento, mas inclui também as paisagens e as viagens, as plantas, os povos tribais e imagens que ilustram as questões ambientais.



Se quiseres restringir a busca desta gigante livraria só à Europa, clica aqui



segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Zona Ecos Humano

A propósito de paixões/escolhas do companheiro/platonismos/segurança emocional e financeira/ segurança e confiança nos braços do(a) companheiro(a), deixo-vos um vídeo de Rufus Wainwright (neste vídeo, além da música, gosto da escultura) e um poema de Pablo Neruda . Falo com muitos jovens e estão desacreditados, por vezes ingénuos, por vezes adiando as uniões e uma vida independente e com falta de vivências na Natureza. Multiplicaram-se imenso o painel de "famílias", o turismo massificado, a cultura do medo (imposto por jornais tablóides e telejornais) e do reality shows, o desrespeito pelos peões, a conversa e o debate nas ruas, nos cafés...Tantas fracturas, tanta precariedade, tudo tão fast...será bom? Estarão os jovens entre os 25-35 anos mesmo felizes e realizados? Em menos de 30 anos, será que aceitamos com resignação uma juventude sub-18 bloqueada? Foi para isso que valeu a pena o neo-liberalismo?





Talvez

 Pablo Neruda
Talvez não ser,
é ser sem que tu sejas,
sem que vás cortando
o meio dia com uma
flor azul,
sem que caminhes mais tarde
pela névoa e pelos tijolos,
sem essa luz que levas na mão
que, talvez, outros não verão dourada,
que talvez ninguém
soube que crescia
como a origem vermelha da rosa,
sem que sejas, enfim,
sem que viesses brusca, incitante
conhecer a minha vida,
rajada de roseira,
trigo do vento,


E desde então, sou porque tu és
E desde então és
sou e somos...
E por amor
Serei... Serás...Seremos.

domingo, 21 de novembro de 2010

Kiem -The Moneyman

"Não estimes o dinheiro nem mais, nem menos do que ele vale: é um bom servidor e um péssimo amo."~ Alexandre Dumas



Here comes the moneyman 

Moneyman, number one 
Here comes the moneyman

© ANDY SINCLAIR

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Novo Estudo Eurobarómetro: Transgénicos são mal vistos pelos portugueses

Os alimentos geneticamente modificados nunca estiveram tão desacreditados em Portugal como agora. Segundo o Eurobarómetro publicado hoje com o título Europeus e Biotecnologia em 2010: Ventos de Mudança?, só 37 por cento dos portugueses encorajam esta tecnologia, longe dos 63 por cento de 1996.

"O apoio para os alimentos geneticamente modificados não tem tendência a subir na Europa. E cada vez mais está associado com dimensões éticas, não só de segurança", explicou ao PÚBLICO Paula Castro, professora do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e das Empresas (ISCTE), que fez parte do grupo de trabalhos que elaborou este relatório.

O relatório avaliou o optimismo e pessimismo que as populações dos vários países europeus têm para oito grupos de tecnologias: energia solar, eólica, computadores e tecnologias da informação, o cérebro e o aumento da capacidade cognitiva, a biotecnologia e a engenharia genética, a exploração espacial, a nanotecnolgia e a energia nuclear. Em média, os europeus estão optimistas, tendo uma avaliação positiva de 4,9 em 8 tecnologias. Portugal está com 4,3.

A tecnologia é bem vista, mas as tendências variam com cada aplicação e é aqui que estão "os ventos de mudança". Paula Castro sintetizou o que se está a passar: "Há três dimensões, as tecnologias que poupam o ambiente, que são vistas como muito positivas, as tecnologias relacionadas com a saúde, que, a não ser que haja objecções muito grandes, são vistas como positivas, e depois há as tecnologias relacionadas com a alimentação, que são vistas como negativas."

A preservação do ambiente está na ordem do dia, 57 por cento dos portugueses defendem que é necessário repensar a forma como vivemos para travar as alterações climáticas, mesmo que isso se traduza num menor crescimento económico. O valor está abaixo da média dos 27 países da UE, que é de 64 por cento e longe da Finlândia - 83 por cento da população defende o mesmo.

Isto prediz mudanças? "As opiniões são preditivas do comportamento, mas, além do que as pessoas pensam e gostariam, há muitos factores de contexto que se intrometem. Não são perfeitas, mas não deixam de ter alguma relação com a acção", respondeu a investigadora. Uma grande diferença é que, ao contrário de Portugal, os finlandeses acreditam que o seu governo já levou a sério a questão dos estilos de vida.

O relatório mostra que há um grande desconhecimento sobre as tecnologias emergentes, como a nanotecnologia ou a biologia sintética. Segundo Paula Castro, em Portugal deixa-se a discussão dos novos temas para os círculos científicos e não se lança o debate na esfera pública. Os países mais desenvolvidos, além de discutirem as questões de segurança, abordam vertentes éticas e de regulamentação. "Não estamos habituados ao debate, há pouca informação, há especialistas a favor e contra os temas, ponham-nos a debater." [Fonte: Público, 9/11/10]

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

O Educador e a Paz




 

Há quem venda e compre estes sentimentos, narrados no vídeo,  há quem pratique tráfico deles e há quem lucre com a cultura do medo e das guerras.

Mas nada é mais digno, elevado e belo que um bom educador, educador do Bem, seja biológico, adoptivo ou formal!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Chaos * Caos


Estava a ver as imagens do funeral de um menor vigarista, Malcom McLaren, mas parei nesta foto. "Chaos" nos cabelos de Vivianne e de facto, por vezes derroto-me com tanta impunidade, tantos vigaristas de raia grossa a furar a teia do ecos humano e levar-nos não sei bem para onde...Uma foto, para mim, espectacular.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Conheça o maior projeto ambiental do Brasil

Escrito por: Ariani

Serão sete mil quilômetros a percorrer de bicicleta e aproximadamente, cento e noventa cidades a visitar, mobilizando prefeituras, escolas, empresas, associações e toda a comunidade em geral para plantar árvores.

O aquecimento global, responsável diretamente pelas mudanças climáticas e por desastres ambientais incontroláveis, traz à tona a urgência de todos brasileiros se mobilizarem para a preservação dos recursos essenciais à vida.
O projeto Plante Árvore sobre Rodas, idealizado pelo Instituto Brasileiro de Florestas, é uma oportunidade para que todos possam colaborar de uma maneira efetiva. Essa mobilização nacional integra meio ambiente, esporte e responsabilidade social.
Serão sete mil quilômetros a percorrer de bicicleta e aproximadamente cento e noventa cidades a visitar, mobilizando prefeituras, escolas, empresas, associações e toda a comunidade em geral.
A aventura começará na cidade de Chuí, extremo sul do Brasil, e envolverá três ações principais: o plantio de árvores nativas para o reflorestamento, coleta de 2 milhões de assinaturas sobre “O Direito das Gerações Futuras” para ser entregue na ONU e a locomoção por meio de um veículo ecologicamente correto, a bicicleta.
Os fomentadores do projeto, que irão levá-lo a todas as cidades, são dois dos diretores do Instituto, Wiliam e Higino Aquino. Toda comunidade será convidada a participar dessa ação e levar o projeto adiante, contribuindo com o meio em que vive.
O projeto teve inicio em Londrina, com distribuição de mudas e mobilização com escolas. Uma dessas mobilizações aconteceu sábado, 10 de abril, juntamente com a AIESEC, programa de intercâmbio. O projeto tem duração de três anos, termina na cidade de Oiapoque, extremo norte do país, após ter reflorestado 118 hectares, sendo compensados do ambiente aproximadamente 34 milhões de toneladas de CO2.

domingo, 14 de novembro de 2010

Ao povo do Sahara e a todos os que estão solidários, neste momento de grande dor..e aqui tão perto.


Quia natura mutari non potest, idcirco verae amicitiae sempiternae sunt. [Cícero, De Amicitia 9.32] Como a natureza não pode ser mudada, portanto as verdadeiras amizades são eternas.

Fonte: aqui


O ritual do chá saharaui é beber três copos de chá,  primeiro amargo (como a vida), o segundo doce (como o amor) e o  terceiro suave (como a morte).

sábado, 13 de novembro de 2010

Arquivado processo de classificação da Linha do Tua como património nacional

Vale do Tua

O processo de classificação da linha ferroviária do Tua como “património de interesse nacional” foi arquivado pelos serviços do Ministério da Cultura, segundo um despacho publicado dia 11 de Novembro em Diário da República.
A centenária linha férrea será parcialmente submersa, numa extensão total de 16 quilómetros, por uma barragem que a EDP pretende construir na foz do Tua, próximo da sua junção com o rio Douro.

Uma petição pela classificação da linha tinha sido entregue em Março passado ao Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (Igespar). O processo foi formalmente aberto no princípio de Setembro, instituindo, desde então, um perímetro de protecção de 50 metros em torno do eixo da linha férrea, em toda a sua extensão.

Passados dois meses, o processo foi agora arquivado, com base num parecer da Secção do Património Arquitectónico e Arqueológico do Conselho Nacional de Cultura, segundo o anúncio do Igespar hoje publicado.

A decisão não surpreendeu Daniel Conde, do Movimento Cívico pela Linha do Tua. “Ainda tínhamos esperança de que houvesse alguma voz de razão e alguma decência neste país”, disse ao PÚBLICO. “Mas este país está moralmente falido, não me causou surpresa”, completou.

A campanha pela classificação era mais uma tentativa de travar a barragem da EDP, cuja construção a empresa quer adjudicar ainda este ano. Este projecto é um dos dez contemplados no Programa Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroeléctrico, que tem vindo a ser contestado por várias organizações ambientalistas.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Um estudo científico de elevado interesse: "Estamos realmente adaptados às alterações climáticas?"

November 1, 2010
Download the PDF press release here
Find the scientific article in Global Environmental Change here
Download the scientific article as a Word document here


McGill Study Asks “Are We Adapting to Climate Change?”

Delegates from around the world are preparing for the UN climate change talks that kick off in Mexico at the end of the month. While debate over emissions targets continues to rage in the wake of last year’s talks in Copenhagen, there is one area where nations agree: we’re going to have to adapt.

Bio e página oficial
Yet despite the newfound interest in adaptation, it remains unclear if adaptation is possible or what challenges we will face. A study released last week in the prestigious scientific journal Global Environmental Change, led by Dr Berrang-Ford at McGill University, sheds light on these questions. Posing the question, Are we adapting to climate change?, the study highlights that adaptation is already taking place and is possible but is piecemeal and ad hoc in nature.
“Human beings will have to adapt to climate change, but there is little evidence of a coherent strategy for adaptation efforts. A strategy or framework for adaptation is clearly needed at international to local levels,” says Dr. Lea Berrang Ford, Assistant Professor of Geography at McGill University. “While we have highly developed methods and frameworks for assessing greenhouse gas emissions within the climate change debate, our ability to track and monitor adaptation is underdeveloped. In the face of the climate changes scientists say we’re already locked into, this is a problem. If we’re to adapt successfully, we have to start taking action now.”
“Most scientific work on adaptation looks at prescriptions or takes a theoretical approach, looking at what needs to be done,” explains the study’s co-author Dr. James Ford. “In this study we actually looked at what has been done to adapt.” The authors will continue to refine their study’s methodology in order to track adaptation progress over time.
“We wanted to take a snapshot of what adaptation is actually occurring, so we developed a technique to rigorously track adaptation progress. One big surprise was that there are fewer reports of adaptation taking place in North America than there are in Africa,” says Ford. However, Ford notes that there is more attention shifting to adaptation and that more reports are now being published that were not ready in time to be included in the McGill review.
“If we are to adapt to climate change, then we need to consider how this can be accomplished as seriously as we debate mitigation,” says Berrang Ford. “What does adaptation look like? Where are our time and money best spent with respect to adaptations? What targets should we aim for?”
“We should be talking not just about ‘Should we mitigate and who should pay?’ but also ‘How do we move forward with the changes that we are locked into?’ and ‘Can we identify new environmental and economic opportunities through adaptation?’. “



quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Strange Charm: A Song about Quarks



Gluons bind quarks into particles like protons or neutrons. Here, three quarks — two ups and a down — are depicted forming a proton, held together by the exchange of (invisible) gluons. Because gluons carry color charge they can interact with one another to form glueballs, which decay into particles made of quarks and antiquarks. (Illustration courtesy Jefferson Lab



Formidável: instrutivo, poético e muito divertido. Um bom dia!

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

E-Livro Gratuito de E. F. Schumacher - Small is Beautiful * O Negócio é ser Pequeno

Extracto do último capítulo:
A “lógica da produção” não é a lógica da vida nem da sociedade. É uma pequena parte subalterna de ambas. As forças destruidoras desencadeadas por ela não podem ser controladas, salvo se a própria “lógica da produção” for controlada — de modo a que tais forças deixem de ser desencadeadas. É de pouca utilidade tentar suprimir o terrorismo se a produção de artefactos mortíferos continuar sendo considerada um emprego legítimo dos poderes criadores do homem. Nem pode a luta contra a poluição ser bem sucedida se os modelos de produção e consumo continuarem a existir numa escala, complexidade e grau de violência que, conforme está ficando cada vez mais evidente, não se enquadram nas leis do universo a que o homem está tão sujeito quanto o restante da criação. Tampouco existirá a possibilidade de reduzir a taxa de esgotamento de recursos ou de criar harmonia nas relações entre os que possuem e os que não possuem riqueza e poder enquanto não existir em parte alguma a idéia de que ter o bastante é bom e ter mais do que o bastante é mau.

Leia o livro aqui 

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Pico de Tudo: 8 bens essenciais que estão a esgotar-se e porquê

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Getty Images
Why is everything running out at the same time? We did a series on Planet Green where we looked at why those basic things that we take for granted, like water, food and fuel are getting expensive and scarce, all at once.
Peak Corn:
Blame Earl Butz. Richard Nixon and Gerald Ford's Secretary of Agriculture brought in the Farm Bill that dramatically increased the amount of corn produced in America. He encouraged farmers to "get big or get out," and to plant crops like corn "from fence row to fence row." Further billions in subsidies to farmers encouraged production, and soon America was awash in cheap grain, and with it cheap meat. Food costs as a portion of the American diet dropped to the lowest level in history; we became corn. Michael Pollan writes: "If you eat industrially, you are made of corn. It holds together your McNuggets, it sweetens your soda pop, it fattens your meat, it is everywhere. It is fed to us in many forms, because it is cheap- a dollar buys you 875 calories in soda pop but only 170 in fruit juice. A McDonalds meal was analyzed as almost entirely corn." ::More
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Peak Oil
In 1956, American geophysicist M. King Hubbert calculated that the rate of production of fossil fuels would peak in the United States in about 1970 and then start declining. He was laughed out of the conference room. However, ultimately he was proven correct; now we are probably at the worldwide Hubbert's Peak. A hundred years ago you just stuck a pipe in the ground and the oil rushed out; now it is not so easy, and America's oil comes from deep under the ocean, is cooked out of rocks in Alberta, or is purchased from nations with security issues. Now the United States, Canada, Norway, and the United Kingdom are well past their peak, while Saudi Arabia and Russia are approaching it. Oil is still being found (there was a recent big hit in Brazil, and there are thought to be big reserves in the Arctic.) but it harder to get at and a lot more expensive. ::More
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Peak Dirt
Really, Peak Dirt- the world is losing soil 10 to 20 times faster than it is replenishing it. Drake Bennett in the Boston Globe tells us that dirt is complicated stuff, made from sand or silt, then years of plants adding nutrition, bugs and worms adding their excrement, dying and rotting.
"The resulting organic matter feeds a whole underground ecology that aerates the soil, fixes nutrients, and makes it more hospitable for plant life, and over time the process feeds back on itself. If the soil does not wash away or get parched by drought, it very gradually thickens. It takes tens of thousands of years to make 15 centimeters of topsoil, about 6 inches' worth." ::more
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Peak Gas

The headline in our local paper today: Natural gas bills to soar by 20 per cent. What is going on?
Blame the price of oil. Everyone knows that the price of oil is way up, but it is an international commodity. Natural gas, on the other hand, usually is subject to more local rules of supply and demand in North America alone. However it does follow the market. Director of Energy Policy Malini Giridhar of Enbridge Gas told the Star: "Oil trades between 6 to 12 times the price of natural gas,The price ratio is now 11 times, which is close to the upper end of the range." Commodities markets are pushing up natural gas in reaction to higher oil prices, she said, rather than to gas supply and demand. ::More
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Peak Water

We have lots of water in the States, so much that we can let it just flow over Niagara Falls, right? How did it get to the point where there are such problems in Georgia and the Southwest?
Blame Willis Carrier. Before he invented air conditioning,not many people lived in the American Southwest, it was just too hot for much of the year. It was only after World War II, when air conditioning became common and affordable, that the mass migration of people and industry could happen from cooler Northern states to California, Nevada and Arizona. Without AC, Atlanta and Florida are almost uninhabitable. ::More
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Peak Electricity
It was a cool summer in 2003; it wasn't until the middle of August that we got a serious heat wave. By then, all of the air conditioners were pumping full blast and the electrical grid was running at almost full capacity. On August 14, a branch fell on a power line near Cleveland, Ohio. A software bug failed to trigger alarms, and power started surging through other lines, causing a cascading failure that shut down 100 power plants across the Northeastern United States and Canada. In some parts of the affected area, it took almost a week before things were back to normal.
Has the system been improved since then? Do we have additional generating capacity and more transmission lines? No, we still have what Bill Richardson called "a superpower with a third-world electricity grid." ::More
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Peak Rice
They are rationing rice in Costco and Wal-Mart; People have started panic buying and hoarding. In Manila, they post armed guards around it. The price of rice has trebled, and the World Bank says 33 countries are facing civil unrest. What is going on?
Blame rats. First of all, most of the rice in America is sold to Asians for whom it is a staple; it really doesn't take much of a panic to run out of Basmati rice over here. Most rice is eaten in the country where it is grown, and only 6 percent of the rice crop is traded around the world. In some countries, as much as 17 percent of the crop is eaten by rats; so good secure rice storage might be the first place to start. ::More
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Peak Metal

When my dad was a teenager, his first job at the in-law's family auto parts company was to retrieve the batteries from cars that they bought before they were stolen for their lead content. A generation later, you had to pay an extra tax to the government to get rid of the batteries. Now, we are back to a time my late father would recognize- that metals are too scarce and too valuable to just leave around unprotected.
They just built a new soccer stadium in Toronto, Canada, with lovely aluminum bleachers; before the stadium even opened, someone unbolted the seats and carried them away. In Scotland, the "Great Drain Robbery" involves shipping manhole covers to China. In India, eight people have died, falling into open manholes after their covers were stolen. In Baltimore, thieves cut down and carted away 136 aluminum lamp posts. In California thieves can remove a platinum-filled catalytic converter in ninety seconds. Copper? Stealing it is a growth industry all over the world, as it hits four bucks a pound- two years ago it was a buck and a quarter. ::More

[Fonte: Tree Hugger, 2008]

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Dificuldade de Governar- Brecht e Pensamento de Ansel Adams



Dificuldade de Governar, in O Operário em Construção, Voz de Mário Viegas, Música Original de Luís Cilia, som de Moreno Pinto, Design Gráfico do João Massapina, fotografia de Luís Carvalho

It is horrifying that we have to fight our own government to save the environment ~ Ansel Adams [http://www.anseladams.com/]

domingo, 7 de novembro de 2010

Que bom viver na minha geração em que finalmente o Jardim Botânico foi decretado Monumento Nacional Parabéns!



Após 40 anos de espera, o Jardim Botânico de Lisboa foi, finalmente, decretado Monumento Nacional! Para marcar este facto, e na semana em que completa 132 anos, a Loja de História Natural associa-se à Liga dos Amigos do Jardim Botânico - LAJB para oferecer a todos uma visita guiada ao jardim.

A visita terá lugar no próximo dia 13 de Novembro de 2010, pelas 15h00. O ponto de encontro é a Loja de História Natural, na R. do Monte Olivete, 40, em frente à escadaria da Politécnica. O custo da visita é o custo de entrada no jardim (1,5€/0,75€).

A entrada no jardim é gratuita para sócios da LAJB. Ser sócio da Liga custa 10€ por ano. Faça-se sócio! O Jardim Botânico de Lisboa está deteriorado e corre risco de ser diminuido, na sua Missão e na área efectiva de jardim. Apoie a LAJB, usufruindo ao mesmo deste belo jardim.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Dois E-livros da Oxford Climate Policy excelentes

Anju Sharma, The Reformed Financial Mechanism of the UNFCCC: Renegotiating the role of civil society in the governance of climate finance, OIES EV50, March 2010. Available at Oxford Energy
To what extent have existing institutions for climate change finance succeeded in bringing the voices of poor and disadvantaged sections of civil society to the decision-making table? This paper by Anju Sharma analyses the models for civil society engagement adopted by the Global Environment Facility and the World Bank’s Climate Investment Funds. It finds that both do little more than provide an occasional venue for a poorly defined entity called 'global civil society' to voice concerns, where interactions are limited to one-off events rather than a continuous and integrated process of mutually beneficial engagement. The paper calls on civil society to use the strengths and legitimacy they bring to the process to renegotiate the terms of their engagement, calling particularly for a more ‘bottom-up’ process for bringing local voices to the fore; resources for sustaining and improving the quality of civil society engagement; and formalised processes of mutual accountability.
Luis Gomez-Echeverri, The Reformed Financial Mechanism of the UNFCCC: Promoting Transparency and Accountability, OIES EV 51, March 2010. Available at Oxford Energy
The fight against climate change needs the full engagement of developing countries. And for this to happen argues Luis Gomez-Echeverri national institutions with the capacity to identify priorities and manage the resources for action are urgently needed. The report focuses on the institutional needs and best practices already found.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Burial + Pachelbell- Canon + Bach- Erbarme dich



Mestre da "Exaltação da flor", fragmento de estela funerária. Duas mulheres, usando peplos e kekryphalos (redes de cabelo), seguram flores de papoula ou romã, e talvez um saquinho de sementes. Mármore de Paros, feito em Pharsalos, Tessália, ca. 470-460 aC. Estilo severo. [fonte: aqui]


Já o disse à família e amigos mais próximos, mas hoje tomei esta decisão e não me importo dizê-lo publicamente: desejo que no dia da minha morte estas músicas fossem tocadas:

Jan Garbarek & The Hilliard Ensemble- "Parce mihi domine"
Pachelbell- "Canon"
Bach- "Erbame dich"
Vladimir Vavilov -"Ave Maria"

Tão tocantes. São  músicas eternas e formidáveis marcos de uma elevação estética e filosófica únicas. E humildes.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Anima Mundi- filme



Podemos sobreviver à transição da civilização industrial humana acontecendo agora devido ao pico do petróleo e às mudanças de clima? Será capaz de ver a floresta para as árvores, a Terra para o sonho, o Universo para a semente? Anima Mundi é um filme sobre esperança, mas também um filme sobre a falta de esperança, é um filme sobre a realidade, do lado de fora olhando para dentro.


A Canção Permie por Michelle Morgan como ouvida no documentário filme Anima Mundi

Mais informações no sítio Anima Mundi
Anima Mundi movie Facebook page

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Fotografia da semana: Nick Brandt



Nick Brandt, que também trabalhou com Michael Jackson, tem no seu primeiro livro On This Earth- com prefácio de Jane Goodall e Peter Singer- , as mais intensas fotografias de África que até agora encontrei.

Mais fotos nesta ligação

Todas as Postagens sobre Jane Goodall no Bioterra

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

The Story of Bottled Water (Português)


The Story of Bottled Water (Português) from Guilherme Machado on Vimeo.


A propósito da minha postagem sobre as primeiras cidades sem águas engarrafadas, vejam este vídeo (semelhante ao História das Coisas), mas mais específico para a água (e em português!!)